domingo, 4 de dezembro de 2011

BIB 3228-Informação em Mídias Digitais

Ao longo do desenvolvimento da disciplina BIB3228-Informação em Mídias Digitais pude ampliar  meus conhecimentos  sobre as fontes de informação ditas não convencionais, tais como  blogues, twitter, jornais eletrônicos, webmuseus e perceber  a importância das mesmas no contexto atual.

Essas fontes, passaram a ser fontes de informação muito utilizadas e consideradas de qualidade, visão essa, oposta a que muitos tinham alguns anos atrás, quando as informações obtidas nesses tipos de fontes, eram tidas como pouco confiáveis e de má qualidade.

Em meio a um “universo de informações’’ que a internet disponibiliza, há muita informação de qualidade, que pode e deve ser utilizada para  sanar uma  necessidade de informação. No entanto,  é preciso cautela, ao se fazer uso de informações disponibilizadas na rede, visto que  existe muito material descartável.

De acordo com Alvim (2008, p. 3) “a capacidade de selecionar informação com qualidade determina o êxito do indivíduo no contexto da sociedade do conhecimento e a qualidade da informação é determinada pela capacidade de satisfazer as necessidades de informação do indivíduo que a usa”. Dessa forma, o indíviduo deve ter a capacidade de selecionar a informação, separando aquela que é relevante daquela que não é.

O bibliotecário como profissional da informação precisa ter conhecimento sobre essas mídias eletrônicas e usá-las para atender as necessidades informacionais dos usuários das Unidades de Informação. Entre tantas fontes de informação utilizadas atualmente, é possível convergir todos os elementos informacionais, que são distribuídos nas diferentes mídias com a finalidade de sistematizar a busca e a recuperação da informação de maneira mais ágil e eficiente. Para tanto, é fundamental que o profissional da informação se mantenha atualizado e esteja sempre em contato com as novas mídias, procurando selecionar  informações que sejam relevantes ao usuário.


REFERÊNCIAS




ALVIM, Luísa. Avaliação da qualidade de blogues. In: CONGRESSO DA APBAD – ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE BIBLIOTECÁRIOS, ARQUIVISTAS E DOCUMENTALISTAS, 9., Ponta Delgada, Açores. 2007. Anais... S.N. Disponível em:<http://badinfo.apbad.pt/Congresso9/COM105.pdf >.Acesso em: 01 dez. 2011.

Redes Sociais Virtuais e as Comunidades Virtuais


De acordo com  J. Barnes(1987) rede social é definida como "um conjunto de relações interpessoais concretas que vinculam indivíduos a outros indivíduos”. Dessa forma, as redes sociais e comunidades virtuais reúnem pessoas que possuem interesses em comum, com a finalidade de partilhar experiências, trocar informações e construir conhecimento. 

As comunidades e redes sociais vem ganhando bastante destaque, justamente por apresentar diversos benefícios. As comunidades permitem que usuários de diferentes localidades possam manter contato, trocando informações sobre determinado tema, compartilhando experiências e construindo conhecimento. Então, as comunidades virtuais são excelente forma de aprendizado que é construído de uma maneira menos formal, a partir da troca de informações entre pessoas com interesses comuns. Dessa forma, também contribui para a socialização dos indivíduos, o que torna essas comunidades ainda mais interessantes. 

As redes sociais, assim como as comunidades, apresentam muitos pontos positivos. As redes permitem aos indivíduos compartilharem suas idéias, seu interesses, encontrarem pessoas com objetivos e identidades semelhantes. Dessa forma, as redes sociais são meios de comunicação e interação entre os indivíduos,  tendo grande sucesso atualmente.

Tanto as comunidades virtuais como as redes sociais são formas para se ter acesso as mais diversas informações que se deseje. Por proporcionar interação entre os membros são muito atrativas, sendo vistas também como lazer, já que o aprendizado é feito de maneira mais informal, através da troca de informações entre os membros, o que se torna mais intessante e convidativo. 

É preciso aproveitar as vantagens que as comunidades e redes oferecem, utilizando-as da melhor forma possível, buscando sempre aprender com essa troca que elas possibilitam, fazendo desses meios, uma nova opção de acesso a informação, no entanto, sem esquecer que esses meios devem ser um complemento e não a única fonte.



REFERÊNCIAS

BARNES, J. A. Redes sociais e processo político. In: FELDMAN-BIANCO, Bela (Org.). Antropologia das sociedades contemporâneas: métodos. São Paulo: Global Universitária, 1987. p. 159-189.